"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

pedidos de vistos disparam 1300%

Pedidos de vistos disparam 1.300% com nova lei da imigração
Na primeira semana em que foi possível pedir vistos na internet ao abrigo da nova lei da imigração, os pedidos passaram de uma média semanal de 300 para 4.073. Uma subida de 1.300%, escreve o Diário de Notícias.

O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) alertou que a nova lei da imigração iria potenciar o "efeito de chamada" de imigrantes ilegais e as estatísticas parecem dar-lhe razão. A nova legislação já permite que uma promessa de contrato de trabalho seja suficiente para pedir autorização de residência e, entre 11 de Setembro e 18 de Setembro, chegaram ao SEF 4.073 novos pedidos de visto, de acordo com o Diário de Notícias.

Além destes novos pedidos, o sistema informático do SEF registou ainda 551 cidadãos que voltaram a pedir visto depois de se terem tentado legalizar no anterior regime. Entre as principais nacionalidades que estão a aproveitar o novo regime para pedir autorização de residência contam-se a brasileira, cabo-verdiana, ucraniana, indiana e nepalesa, prossegue o DN, com base em dados do SEF.

O SEF foi apanhado de surpresa com a publicação das mudanças legislativas em Diário da República e nem tinha plataforma na internet para receber as "manifestações de interesse".

Até agora, a lei apenas permitia que um imigrante obtivesse autorização de residência se tivesse um contrato de trabalho e o registo de contribuições. Desde Agosto, a promessa de um contrato de trabalho e uma "inscrição" na Segurança Social passaram a ser suficientes. Para o SEF, estas regras permitem uma "regularização extraordinária de imigrantes", em "contraciclo" com o que está a acontecer na Europa.

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Alemães «tentam violar» muçulmana

Ethnic Germans shown attempting to rape muslim woman in crime TV show
video

terça-feira, 12 de setembro de 2017

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

16º aniversário









































welcome to zog



















o coração do zog...

domingo, 10 de setembro de 2017

banco central europeu


quinta-feira, 7 de setembro de 2017

austeridade nos impostos











terça-feira, 5 de setembro de 2017

miss Helsínquia 2016


















se achas que a loira é mais bonita que a outra, és um racista! por isso chiuuu...

sábado, 2 de setembro de 2017

«refugiados» e polícia confrontam-se

Refugees and riot police clash in Rome
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quinta-feira, 31 de agosto de 2017

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Matt Koehl - lutámos do lado errado!

We Fought on the Wrong Side!

By MATT KOEHL

It has now been 61 years since the end of World War II. For many that conflict seems like just so much ancient history. But the anniversary ceremonies and revelry of the military victors remind us, once again, that there are those who will not soon let us forget.

And so, it is fair to ask: Why did we—the peoples of America, Canada, England, Australia, New Zealand and South Africa—go to war in the first place

Many explanations have been offered: It was to stop dictatorship and aggression, to preserve freedom and democracy, to save the British Empire, to save little countries, to keep one country from dominating the world, etc., etc. <strong>When the filter of simple truth is applied, however, everything boils down to one single issue: the pathological desire of certain interested parties to
destroy Adolf Hitler and his Idea. In other words, World War II was nothing more than a war against Hitler.

In this war, all the various interested parties—Bolsheviks, international bankers, reactionaries of all kinds, but especially jews—discovered that whatever differences they had paled in comparison with their common interest in destroying this man and his Cause.

Clad in a cloak of pretense, this unholy alliance promised that without Hitler there would be a better world—a world of freedom and democracy, a world without fear and want, in which good would triumph over evil.

Just how sincere their pronouncements were can best be judged by the rape, pillage, ethnic cleansing, torture, kangaroo courts, show trials and slaughter of millions throughout Europe which took place following "liberation."

So, what kind of world did the victors of 1945 actually give us? Take a good look. For six decades now, they have had an opportunity to show us their world, a world without Hitler. Just what kind of world is it?

One need but look around and turn on the radio or TV, or pick up a newspaper and read the daily headlines.

For starters, they have given us an endless series of conflicts, including the Korean and Vietnam wars, in which countless thousands of lives were wantonly wasted. They also gave us a Cold War, with its massive expenditure and squandering of material and human resources. And they have now given us a new war in the Middle East, as part of an open-ended crusade on behalf of jewish interests worldwide.

They have given us a world of rat-race consumerism, self-fixation, environmental devastation, pollution and race-mixing. They have altered the national demography and introduced us to the joys of integration, Affirmative Action, minority quotas, sensitivity training, Black History and—The Holocaust.

They have given us permissiveness, drugs, MTV and teen suicide. They have given us safe sex and unsafe streets and gun control. They have given us rock 'n roll and rape-counseling centers. They have given us "alternative lifestyles," sodomy, filth, perversion, chaos, crime, corruption, dumbing down and insanity of every kind.

THIS is the kind of world they have given us, and it constitutes an appalling indictment.

In no way can we blame Hitler for this sort of world. He was totally opposed to all of these things, and he fought and sacrificed everything—including his own life—to prevent just such a world.

But the victors of 1945 fought to destroy this man, so that they could give us their kind of world—which is what we now have. This is what they created in World War II, and for this they must be held accountable.

The year 1945 was a defining moment, a watershed in history—the last great victory of the Old Order—which decided the kind of world we have today. Everything that is now taking place about the globe is causally linked to the outcome of that great conflict which took place over half a century ago.

This causal relationship is the underriding reality behind our present condition. And this condition can never be altered until that fact is generally recognized and we have the moral fortitude to come to grips with it.

In reassessing our participation in the Second World war, we can come to but one conclusion: We fought on the wrong side! And the willingness to admit this simple fact is the necessary first step for any national or racial recovery.

Back in 1959 there was a man who did have the courage to recognize this fact and who did realize that we had, indeed, fought on the wrong side against Adolf Hitler during World War II. He was a former U.S. naval commander and decorated veteran of that war. His name was George Lincoln Rockwell. And exactly 40 years after the Leader first raised the Banner, this great apostle was to raise the fallen standard anew. It is an example for all of us.

Although a military phase of National Socialist struggle ended in 1945, the war declared by world jewry against Hitler in 1933 has not ended, but continues in new ways. Today this enemy—in the pathological pursuit of its messianic designs—continues to wage war against the Leader

And so, the fight is joined.

And this time we have an opportunity to be on the right side in this ongoing war. And instead of fighting against Hitler, we can now fight with him and for his New Order. No greater honor or privilege can one ever have.

rip stormfront



















havia lá muita porcaria? obviamente que sim. mas não era tudo porcaria.
a possível "false-flag"(?) de Charlottesville terá tido como um dos objectivos, justificar esta censura? provavelmente sim! nunca gostei muito daquilo, visitava de vez em quando e inscrevi-me mas nunca comentei uma só vez. agora, defendo a liberdade de expressão, mesmo para correntes com as quais não concordo.
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2012/11/censura-totalitaria-bloqueou-forum-pro.html

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

terça-feira, 15 de agosto de 2017

nem Antifa nem Alt-Right-KKK


























a esquerda, a direita e tudo o resto no meio - o centralão democrático-plutocrático - é zog!


segunda-feira, 14 de agosto de 2017

sobre Charlottesville

não pretendo, de forma alguma, fazer o papel de "velho do restelo" que vê defeitos em tudo, que acha que todos, todos os caminhos e estradas estão controlados pelo inimigo e que não há solução. nada disso. temos tido bons grupos resistentes na Europa, mais a Leste que a Oeste, infelizmente. e nem todos controlados. mas no caso deste grupo de Charlottesville, parece apenas mais uma óbvia operação para associar os nacionalistas ao terrorismo e afectar a sua imagem e credibilidade. uma espécie de Breivik 2.0. ou então Klu Klux Klan. e também para criar uma guerra civil que dê ainda mais poderes ao zog e pretextos para apertar ainda mais o garrote.

FONTE


a escumalha "antifa" paga pelo Soros esteve bem? claro que não. mas um terrorismo não justifica o outro. todas as pessoas deste movimento e da Alt-Right são terroristas e gente mal-intencionada? claro que não, muita gente inocente caiu na armadilha. mas os organizadores deste evento são-no. refiro-me sobretudo ao judeu Mike "Enoch" e ao seu amiguinho Richard Spencer pró-homossexual que tentam ocupar o espaço dos Nacional-Socialistas com esta Alt-Right "neo-nazi" defensora do ridículo conceito "Sharia branca".

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

morte de 7 mil crianças alemãs na Dinamarca
















Holocausto de 7 mil crianças e bebés alemães na Dinamarca APÓS término da Guerra:
FONTE

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

% de população Europeia e Africana


caprichos...























nota: não sou defensor do império, mas o modo como se perdeu, para quem se perdeu, a quem serviu a descolonização e o que significou em termos de democratização (e marxização), mais valia ter aguentado aquilo mais um tempo e depois entregar verdadeiramente nas mãos das populações e não nas mãos de máfias globalistas.

terça-feira, 8 de agosto de 2017